Tem sido muito comum a disseminação de mentiras e notícias falsas. Por isso, com transparência e de forma direta, oferecemos a você este espaço para esclarecimento. 

Queremos acabar com as fake news!

FAKE NEWS

“Lula: Título de cidadão catarinense”

Importante esclarecer: o título de cidadão catarinense foi concedido ao então presidente Lula a partir de um projeto de autoria do deputado Jailson Lima, do PT (PL 114/08). Justamente por se tratar de um projeto de origem parlamentar, tramitou pelas comissões e plenário da Alesc, onde foi aprovado por ampla maioria dos deputados e, por isso, se tornou uma Lei Estadual (Lei 14.437/08). Ou seja: o autor da proposta é o deputado Jailson Lima (PT) e foi sancionada pelo então governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB).

FAKE NEWS

“Matéria caluniosa: The Intercept Brasil”

Novos ataques: Merisio esclarece mais uma fake news

É lamentável que, na reta final da campanha, sejam construídas histórias mentirosas para prejudicar a imagem e a idoneidade de Merisio e de sua família. É o que acontece desde a última sexta-feira, quando começaram a circular na internet informações falsas sobre o patrimônio do candidato a governador da coligação Aqui é Trabalho, Gelson Merisio.

Para combater essas mentiras, e em respeito ao eleitor catarinense, o candidato faz questão de esclarecer os fatos:

Em 2014, para organizar a sucessão patrimonial para seus filhos e esposa, Merisio migrou o patrimônio da família, construído em 30 anos de trabalho e composto ainda por herança recebida de seu pai, para uma empresa de administração patrimonial, a MANG (iniciais dos nomes da esposa, Márcia, dos filhos Arthur e Nicole).

É preciso ficar claro que não existe ocultação de patrimônio, uma vez que tudo está exposto nas declarações do candidato e na da esposa (casados em regime de comunhão universal de bens) e que o patrimônio é absolutamente compatível com a renda e o histórico familiar.

A empresa adquiriu, sim, participação em PCHs como investimento futuro, em empreendimentos que inclusive ainda não saíram do papel. E não há absolutamente nada de errado nisso.

Merisio jamais se utilizou da estrutura pública para enriquecimento ilícito. Nas três oportunidades em que foi presidente da Alesc, não houve conflitos de interesse ou legislação em causa própria. Basta verificar o histórico de projetos e ações do deputado à frente do Legislativo.

Por fim, Merisio afirma: “Entendo que toda investigação sobre quem decide entrar na vida pública é necessária e fundamental. Mas isso precisa ser feito com verdade e respeito”.

FAKE NEWS

“E agora, Mister M?”

Circula, no Whatsapp, um vídeo mentiroso com a imagem ao lado.

Esse é mais um vídeo mentiroso que você pode ter recebido pelo WhatsApp. Tudo porque Merísio foi o Presidente da Assembleia que extinguiu completamente a verba de alimentação para Deputados. Um privilégio histórico de mais de 25 anos que permitia que cada deputado gastasse uma cota de valor em alimentação.

Romper com esse privilégio era uma necessidade evidente, mas ao mesmo tempo um desafio que os presidentes anteriores da Assembleia evitaram enfrentar porque contrariava vários interesses. No processo de extinção desse privilégio Merisio teve que enfrentar o voto contrário de Deputados e dos próprios funcionários da casa, já que aquele contrato também era uma fonte de receita para a Associação dos Servidores. Esse fato tornou o processo de transição até a eliminação desse contrato longo e demorado, que envolveu inclusive o aconselhamento com o Tribunal de Contas do Estado.

Inicialmente, sobre a informação destacada fora de contexto a respeito de valor superior a R$ 10milhões, é importante entender que:

1 – a indicação de valores x períodos não representa necessariamente o período de execução dos serviços, mas sim de faturamento;
2 – todos os eventos realizados na ALESC, incluindo exposições, sessões solenes e lançamentos de livros, eventos demandados pelos 40 deputados e por entidades sociais, tinham suas despesas lançadas no Centro de Custos do Gabinete da Presidência, não correspondendo esses valores a despesas do gabinete do Deputado Gelson Merisio;
3 – esses valores incluem, por exemplo, o custo de alimentação diária para os estagiários do Programa Antonieta de Barros, adolescentes em condição de vulnerabilidade social, que almoçavam no restaurante da Alesc com despesas lançadas para o Gabinete da Presidência.

Na prática, tudo o que Merisio fez foi enfrentar os interesses estabelecidos e fazer o que era preciso fazer para eliminar os privilégios, como de fato ocorreu. A necessidade dos adversários de construir versões mentirosas para essa história é fruto apenas de desespero causado pelo momento eleitoral.

FAKE NEWS

“Merisio foi investigado pela operação Lava Jato”

Não, Merisio não está na lista da Lava Jato e também não foi investigado nem processado.

Merisio não tem nenhum processo na Justiça que questione sua atuação como homem público. Ele é um dos únicos pré-candidatos que mostra sua Ficha Limpa, que pode ser conferida por qualquer pessoa.

Para tirar a prova, você também pode usar o aplicativo Detector de Ficha de Político, lançado pelo site Reclame Aqui, que mostra como está a situação dos candidatos na Justiça.

Saiba mais sobre o app clicando aqui e aqui.

FAKE NEWS

“Deputado Gelson Merisio apoia Michel Temer”

Não, Merisio inclusive se posicionou contrário a diversas medidas proposta por Temer.

Merisio é deputado estadual e trabalha na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, enquanto o presidente Michel Temer (PMDB) depende politicamente do apoio dos deputados federais em Brasília, em especial os de seu partido, como os parlamentares Ronaldo Benedet, Mauro Mariani, Rogério Mendonça, Valdir Colatto e Celso Maldaner, todos do PMDB. Isso significa que Merisio não teria nem como votar a favor das propostas do governo federal.

ESCLARECIMENTO

“Merisio critica o PMDB depois de 8 anos juntos no governo”

Gelson Merisio acredita que a sociedade precisa de novas opções para a eleição.

PSD e o PMDB agem com visões distintas em relação a uma série de questões. Como presidente do PSD-SC, Merisio tem apenas demonstrado que a aliança construída nas últimas eleições está absolutamente desgastada. Merisio já tinha defendido o fim da aliança em 2014, mas o encaminhamento na reeleição do governador Raimundo Colombo foi pela manutenção.

Um exemplo claro é o caso das Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs): Merisio defende a extinção completa do modelo, enquanto os peemedebistas defendem sua manutenção.

FAKE NEWS

“Merisio fala em corte de gastos, mas gastou R$ 83 milhões em um prédio para a Alesc”

Não foi Merisio o responsável pela compra! Essa foi uma decisão administrativa de outra gestão da Assembleia Legislativa.

A compra do prédio de R$ 83 milhões não passou por uma decisão de Merisio, só aconteceu depois do fim do seu mandato como presidente da Alesc.

Nos seus três mandatos (2011/ 2012-2013 / 2015-2016), Merisio reduziu em 50% o número de funcionários efetivos da Casa e instalou o ponto biométrico. Apenas na redução dos gastos com diárias, o valor caiu 43% no período entre os anos de 2014 e 2016.

Merisio também deu início à prática de devolver os recursos economizados dentro do orçamento anual. Com isso, mais de R$ 300 milhões já foram retornados para que o Estado pudesse aplicar em áreas essenciais. Apenas das economias de 2016,R$106 milhões foram devolvidos para investimento em Saúde, para mostrar o exemplo de um ano.

ESCLARECIMENTO

“Uma aliança com 14 partidos vai exigir acomodar milhares de cabos eleitorais dentro do governo de Merisio”

Os partidos não terão cargos no governo pois será feita uma redução de quase 90% nos cargos comissionados.

Merisio defende a ruptura da prática de indicações políticas nas estruturas públicas, que ele chama de “geografia das urnas”. A redução proposta por ele é de 1260 dos 1460 cargos existentes hoje no governo estadual. Desde o primeiro momento, a conversa com as legendas que estarão juntas com o PSD foi nesse sentido.