Merisio defende prioridade estadual para corredor do desenvolvimento criado com duplicação da BR-282 e BR-470

Candidato a governador destacou também proposta para equilibrar crescimento econômico entre as regiões

 

Em agendas no município de Caçador, na última terça-feira (18), os candidatos da coligação “Aqui é Trabalho” reforçaram a prioridade de interiorizar o desenvolvimento, equilibrando oportunidades entre as regiões catarinenses. “Temos que ter a coragem de priorizar a duplicação da BR-282 e da BR-470, uma necessidade do Estado. Essa é a nossa artéria regional e está entupida. Nossa conexão com os portos catarinenses está perto de infartar”, afirmou Merisio.

Presentes os outros integrantes da majoritária, João Paulo Kleinübing (DEM), candidato a vice-governador, Esperidião Amin (PP) e Raimundo Colombo (PSD), candidatos ao Senado, demonstraram a mesma unidade que vem pautando os mais de 20 outros encontros regionais realizados pelo Estado. “Santa Catarina tem uma dívida histórica com a região do Contestado e a correção dessa diferença no potencial de crescimento entre as regiões precisa de solução”, afirmou Amin.

Merisio propõe que as oportunidades sejam equilibradas. E, para tal, regiões com IDH baixo e indicadores econômicos abaixo da média catarinense receberão tratamento tributário diferenciado. “Uma empresa que venha se instalar em Caçador precisa ter, de alguma forma, o mesmo nível de competitividade de uma que vá se instalar nas maiores cidades catarinenses”, afirma.

Foto de Luis Debiasi

 

Reunião na ACIC

Antes do encontro político, os candidatos tiveram uma reunião na Associação Empresarial de Caçador. “A associação comercial tem o dom do voluntariado. É o reconhecimento de que a empresa só irá bem se a sociedade em todo seu entorno estiver bem”, lembrou Merisio, que já foi presidente da Associação Empresarial de Xanxerê (Acix) e da Facisc.

Os quatro foram bem recebidos pelo empresariado, em especial pelas propostas pra a aceleração do crescimento econômico, como o fortalecimento do Instituto do Meio Ambiente, para acelerar prazos de respostas e destravar R$ 70 bilhões em investimento privados parados por falta de análise. “Desejo sucesso pessoal na empreitada de vocês”, disse o presidente da ACIC, Moacir José Salamoni.

 

Foto de Luis Debiasi