Grande Florianópolis prestigia candidato Gelson Merisio (PSD)

Mais de 600 pessoas prestigiaram o quarto encontro macrorregional da coligação “Aqui é Trabalho”, realizado no sábado (18), no CTG Os Praianos, em São José, na Grande Florianópolis. Além dos candidatos ao governo Gelson Merisio (PSD) e João Paulo Kleinübing (DEM), os candidatos ao Senado Raimundo Colombo (PSD) e Esperidião Amin (PP) também participaram da programação. Outras dezenas de lideranças da região estiveram no local para acompanhar o encontro.

Em seu discurso, Esperidião Amin enalteceu o desempenho de Gelson Merisio no primeiro debate entre os candidatos realizado na manhã de sexta-feira (17) pelo SBT. Para Amin, o candidato a governador demonstrou “mais preparo, conhecimento de causa e serenidade” do que os demais postulantes. “Dentre os candidatos que participaram do debate, Gelson Merisio indiscutivelmente foi o que mostrou o melhor preparo para liderar as mudanças que o Estado precisa nos próximos quatro anos”, afirmou Amin, enaltecendo a união e a coesão dos partidos que compõem a coligação.

Em um discurso inflamado, Raimundo Colombo destacou os grandes desafios de Santa Catarina e a necessidade de o Estado ter “vozes fortes” em Brasília. “Santa Catarina é o sétimo Estado que mais paga impostos e é o 22º na divisão de recursos enviados pelo Governo Federal. Precisamos de força para mudar essa situação, extremamente injusta com nosso Estado e sua gente”.

Gelson Merisio falou de suas propostas para a Grande Florianópolis. Citou, entre as prioridades, a conclusão do Contorno Viário e a realização de obras de mobilidade urbana, que vão desafogar o trânsito de quem circula pela região. O objetivo é unir esforços junto a bancada federal de Santa Catarina e buscar recursos no Governo Federal. Falando em gestão pública, o candidato elencou os “maiores problemas financeiros” que deverão ser enfrentados no ano.

“Lá se vão R$ 7 bilhões das Letras, R$ 6 bilhões da INVESC, R$ 2 bilhões da SC-401 e mais vários bilhões de precatórios, todos oriundos lá de 1995. E agora, com sete meses de governo, não perceberam, não acompanharam o exemplo de Raimundo Colombo, que atravessou a maior crise econômica da nossa história sem aumentar impostos, sem pensar em atrasar salários. O MDB já apresentou o cartão de visitas: assinou R$ 200 milhões de convênio com municípios do MDB e no mês seguinte atrasou a parcela do 13º”, criticou.

“É esse rio que nos separa, é essa missão que nós temos. É olhar para janeiro e enxergamos que em nenhuma hipótese as nossas obrigações deixarão de ser cumpridas. Porque nós temos responsabilidade”, finalizou.

Foto de Luis Debiasi

Foto de Luis Debiasi